TREVI Imóveis

A empresa

A TREVI Imóveis

Vista aérea da Fontana di Trevi, em Roma, ao anoitecer
A Fontana di Trevi, em Roma. O nome vem do trívio, o encontro de três caminhos.

A TREVI Imóveis

É um empreendimento que nasce com raízes profundas, com base na memória e na história da imigração italiana dos antepassados dos sócios-fundadores Felipe Maciel e Luís Criveleto, que chegaram em Santa Rosa no início do século 19.

Em 1914 era fundada a Colônia de Santa Rosa, que teve como seu primeiro administrador o Dr. Octávio de Campos Monteiro, sucedido pelo Dr. João de Abreu Dahne. Na administração da Comissão de Terras, logo após Arthur Ambros e Caio Escobar, o trisavô de Felipe, o engenheiro Dr. Camilo Maciel, foi quem assumiu o posto.

Em 1935, Santa Rosa, cidade com 4 anos de fundação, teve como responsável pela secretaria de governo do então prefeito Pautilho Palhares, o Bisavô de Felipe, o sr. José Pinós Maciel, que aparece ao lado direito do prefeito na inauguração do prédio da Sociedade Cultural.

A história do seu trisavô Pedro Pedrazza, avô de Eni Pedrazza Maciel (outro homem que ocupou importantes cargos na prefeitura municipal), é contada no livro “Santa Rosa, Histórias e Memórias”, da professora e historiadora Teresa Christensen.

Pietro Pedrazza, o Capataz, começa a ter sua história relatada logo nas primeiras páginas do livro, sendo que em 1925, ano de comemoração ao cinquentenário da imigração italiana, Pedro era um dos integrantes da comissão organizadora que inaugurou a rara estátua de bronze, em tamanho real, de Cristóvão Colombo:

“Aos 18 anos imigrou da Itália para o Brasil, juntamente com a mãe e os irmãos. Inicialmente a família procurou instalar-se junto à comunidade italiana, na cidade de Guaporé. Aos 20 anos casou-se com Anna Trevisol, e ao longo da vida de casados tiveram 14 filhos. No início, resolveram ir morar em Anta Gorda, onde montaram uma pequena indústria de calçados. Nessa época, naturalizou-se brasileiro.

Pedro tinha espírito aventureiro e, sabedor do progresso existente na colônia de Santa Rosa, achou por bem vir tentar uma nova vida. Nessa época, a família morava em Soledade e tinha um hotel. Vendeu a propriedade e com muita coragem e determinação empreendeu a longa viagem de oito dias, com nove filhos, um genro, uma neta e a esposa grávida, com destino à colônia de Santa Rosa.

Traziam toda a mudança em duas grandes carroças com uma tropa de 20 mulas. No dia 22 de janeiro de 1918, chegaram à sede ‘14 de julho’, Pedro e sua família. Este então procurou imediatamente o Chefe da Inspetoria de Terras, o Dr. João Dahne, ao qual relatou a sua situação e a vontade de trabalhar e progredir. Logo recebeu todo o apoio. Ganhou uma pequena casa onde acomodou a família e um emprego de capataz de ruas e estradas. Um mês após a chegada, Anna deu à luz o 10° filho do casal.

Santa Rosa emancipou-se, e assim surgiu um novo loteamento. Era a cidade nova, como então era chamada. Pedro trabalhou com afinco e competência no traçado das novas ruas e avenidas. Nessa época, Santa Rosa era administrada pelo capitão Pautilho Palhares. Pedro sofreu um acidente sério quando estava sendo construída a ponte que ligava Santa Rosa a Três de Maio, e após três meses, faleceu no dia 15 de janeiro de 1942. Desaparecia assim entre os familiares e amigos um homem que tinha grandes sonhos e esperanças no progresso de Santa Rosa.”

Filha dos imigrantes Angelo Colli e Giulieta Dinon, a sua avó paterna, Ermilda Maria Colli Maciel, tem a saga de sua família, registrada nos documentos históricos e nos cartórios da cidade, conforme se verifica na habilitação para casamento de 14 de novembro de 1924, abaixo transcrita:

SANTO ANGELO DE MISSÕES

Habilitação para Casamento

Angelo Colli

Giulieta Dinon

TESOURO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Declaração

Nós, Angelo Colli e Julieta Dinon, querendo casar-nos, declaramos na forma da lei, que somos solteiros, naturais da Itália e deste estado respectivamente, e residentes nesta lide. O primeiro, ferreiro, com 27 anos de idade, nascido em 18 de maio de 1898, em Massacarrara, filho legítimo de Giovanni Colli e Magdalena Canozi, ambos nascidos em data ignorada, naturais e residentes na Itália. A segunda, de profissão doméstica, com 22 anos de idade, nascida em 1° de dezembro 1902, no município de Bento Gonçalves, filha legítima de Julio Dinon, nascido em 30 de janeiro de 1857, e de Leticia Del Ré, nascida em data ignorada, ambos naturais da Itália e residentes nesta lide.

Lide 14 de julho, 6º Districto de Santo Angelo.

14 de novembro de 1924.

Angelo Colli

Giulieta Dinon

Luís Antônio também tem suas raízes fincadas em Santa Rosa. Seus avós Hilário Criveleto, nascido em 13 de janeiro de 1935, e Íria Criveleto, criaram seus 5 filhos nessas terras, nas quais todos firmaram residência e consolidaram laços frutíferos.

Humildade e hombridade foram valores transmitidos através das gerações e hoje inspiram Luís em sua vida pessoal e profissional.

A história familiar atrelada à Santa Rosa e a construção de sua identidade, reafirmam não apenas a sensação de pertencimento, como também motivam o desejo de fazer prosperar aqui a prestação de um serviço que é também a realização de um sonho!

Com base nessas memórias e histórias surge a marca “TREVI”, que foi inspirada na famosa Fontana di Trevi, localizada em Roma, na Itália. É a maior fonte e um dos aquedutos mais antigos da cidade, seu projeto inicial data de 19 a.C., sendo que o projeto arquitetônico final (como a conhecemos hoje), de Nicola Salvi, iniciou-se em 1732 e foi finalizado em 1762.

Interessante observar que o nome Trevi deriva da palavra italiana Trívio, que significa o cruzamento de três caminhos, ou três ruas, lugar exato onde a fonte está localizada. Por sua vez, trívio deriva do latim Trivium, que na idade média, compreendia as três primeiras artes liberais (a gramática, a retórica e a dialética).

A estrutura física da imobiliária, projetada pela arquiteta Camila Preissler, mestre em patrimônio histórico, busca recontar um pouco dessa história, unindo fotos antigas da cidade, itens e documentos originais dos antepassados, a conceitos atuais e modernos.

O negócio também foi pensado com base na qualificação e no gosto pessoal dos sócios, advogados especialistas em direito imobiliário e corretores apaixonados por imóveis, ambos adoradores de um bom café e de um bom vinho, seja ele italiano, brasileiro ou de qualquer outra nacionalidade.

Unidade Santa Rosa/RS

Rua João Macluf, 194

- Sala 201

Centro

Santa Rosa/RS

CRECI: 25718 J

Acervo da família

Fotografias e documentos que registram a chegada das famílias a Santa Rosa. Toque para ver inteiro.

CRECI 25718-J

Rua João Macluf, 194, Sala 201, Centro, Santa Rosa/RS

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